Photo London 2018: 17-20 de Maio

Photo London 2018: 17-20 de Maio
14 de April de 2018 Produção CasaNovaArte

“O evento do ano da fotografia britânica” Jornal The Guardian

Esse ano, vamos levar os fotógrafos Michael Wesely e Claudia Jaguaribe para a Photo London 2018, como a primeira galeria brasileira a participar do evento.

Michael Wesely

Vive e trabalha em Berlim – Alemanha.

Michael Wesely nasceu em Munique, onde estudou fotografia na Bayerische Staatslehranstalt für Photographie, graduando-se na Munich Academy of Fine Arts. Participou de diversas exposições internacionais, entre elas na 25ª Bienal de São Paulo.

Wesely é mais conhecido por suas fotografias de cidades, arquitetura, paisagens e natureza morta de flores tiradas com uma técnica especial de ultra longa exposição.

Wesely controla a quantidade de luz que atinge o negativo via filtros e por uma pequena, porém padrão abertura que permite que a exposição seja estendida for inacreditáveis períodos de tempo. Ele é renomado por trabalhados comissionados pelo MoMA (Museu de Arte Moderna de New York) nos quais ele documenta sua expansão em quadros únicos de filme durante o período de três anos, levando à monografia Open Shutter Project

Pioneiro em fotografias de longa exposição, entre as quais as imagens mais célebres são as da reforma da Potsdamer Platz em que a exposição se estendeu por dois anos. Wesely fotografou também a ampliação do Museum of Modern Art em Nova York, imagens que agora fazem parte da coleção permanente do museu.

Claudia Jaguaribe

Nasceu no Rio de Janeiro, Brasil, em 1955. Vive e trabalha entre São Paulo e  Rio de Janeiro, Brasil.

Formada em história da arte, fine arts e fotografia pela Universidade de Boston nos Estados Unidos. O trabalho de Claudia é focado na paisagem urbana, em questões ambientais e questionamentos direcionados à representação do real como um registro conceitual.

Ao misturar realidade e subjetividade, ela estimula nossa percepção do que estamos vendo ao criar camadas de entendimento e narrativa. A materialidade de seus trabalhos questionam a própria natureza da fotografia. Ela expande os formatos tradicionais da fotografia ao criar fotos-escultura além de integrar e usar vídeo e internet em suas instalações.

Sua produção se caracteriza por uma intensa pesquisa plástica que utiliza diferentes mídias para lidar com diversas questões da contemporaneidade na fotografia. Seu trabalho vai da criação de imagens deslocadas do seu sentido original tais como a Série AzulAmores Brutos e Ma Femme, a trabalhos de cunho documental onde retrabalha o próprio formato da documentação como no Corpo da Cidade e no Você Tem Medo do Quê. Nos últimos anos se voltou para a questão da paisagem como reinvenção da natureza na série Quando eu Vi, e nas séries de paisagens urbanas como Sobre São Paulo, e Paisagem Construída – Entre Morros, sobre o Rio de Janeiro.

Em 2010, Claudia recebeu o prêmio Marc Ferrez de fotografia da Funarte pelo projeto O seu caminho. Tem onze livros publicados, além da participação em diversas publicações em conjunto com outros artistas. Seu livro Aeroporto foi selecionado na edição Fotolivros latino-americanos, (Cosac Naify, 2011). Suas obras estão na coleção de importantes acervos institucionais, como do Inhotim, MG; Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) SPColeção Pirelli do Museu de Arte de São Paulo (Masp) SPMaison Européenne de la Photographie, Paris; Istituto Italo-Latino Americano (iila), Roma; Itaú Cultural, SP; Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto SP;assim como em coleções particulares.

Fundou em 2013 a Ed. Madalena junto com Iatã Canabrava e Claudi Carreras.

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Somerset House, Londres, Reino Unido

17 a 20 de Maio (preview para convidados dia 16)

17 de Maio das 12h as 20h

18 e 19 de Maio das 12h as 19h30

20 de Maio das 12h as 18h30

 

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